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Os malefícios do tabagismo
Os serviços de saúde mundiais gastam 15 por cento dos orçamentos a tratar patologias motivadas pelo tabagismo. Este foi um dos dados que João Enes, enfermeiro, apresentou, ontem, num colóquio sobre o tabagismo, que se realizou na Escola Superior de Enfermagem de Angra.
Sensibilizar não chega é preciso proibir
Os serviços de saúde mundiais gastam 15 por cento dos orçamentos a tratar patologias motivadas pelo tabagismo. Este foi um dos dados que João Enes, enfermeiro, apresentou, ontem, num colóquio sobre o tabagismo, que se realizou na Escola Superior de Enfermagem de Angra.
Nesta iniciativa do núcleo regional da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Escola Superior de Enfermagem de Angra, João Enes deixou claro que o tabagismo é considerado, pela Organização Mundial de Saúde, “a principal causa de doença e morte evitável no mundo”.
No entender do responsável pelo painel “o tabagismo e os seus custos para o Serviço de Saúde”, neste momento as campanhas de sensibilização para surtirem efeito “devem ser acompanhadas de medidas proibitivas”.
Por outro lado, os vários intervenientes, neste colóquio, defenderam a necessidade urgente de se salvaguardar, acima de tudo, a saúde dos fumadores passivos.
Os “Malefícios do Tabaco”; as “Consequências Físicas e Financeiras do Tabaco”; “Os Adolescentes e o Tabaco” e a “A Escola e o Tabaco” foram os temas escolhidos para debate nesta iniciativa.
Além dos efeitos negativos no fumador (cancro, doenças cardiovasculares, problemas respiratórios, entre outros), o tabaco é considerado o principal agente poluidor dos espaços fechados, afectando assim os não fumadores de modo passivo e involuntário.
A motivação pessoal é o ponto fulcral para um abandono definitivo e qualquer tipo de ajuda sem motivação leva, inevitavelmente, ao insucesso. Por isso, o fumador pode deixar de fumar com sucesso, desde que esteja bem motivado para a desabituação tabágica e convencido dos benefícios que vai usufruir com o abandono do tabaco.
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